Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
107 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 55929 )
Cartas ( 21109)
Contos (12416)
Cordel (9754)
Crônicas (21606)
Discursos (3119)
Ensaios - (9947)
Erótico (13172)
Frases (41014)
Humor (17614)
Infantil (3597)
Infanto Juvenil (2322)
Letras de Música (5434)
Peça de Teatro (1311)
Poesias (136489)
Redação (2884)
Roteiro de Filme ou Novela (1047)
Teses / Monologos (2381)
Textos Jurídicos (1914)
Textos Religiosos/Sermões (4429)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Teses_Monologos-->Voz anserina de ex-presidiária -- 22/12/2016 - 23:49 (Adalberto Antonio de Lima) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos



Ramayana  desistiu do triângulo amoroso que arquitetara, sem a anuência de uma das partes, e soltou sua voz anserina de ex-presidiária: ‘Pô, meu! Tipo assim... vamos deixar essa mariposa em casa.’



 


Não sabia se teve uma visão ou um sonho. Estava em casa, deitada na cama com traje domingueiro. E ao olhar-se no espelho, viu na testa uma cruz traçada com cinzas.  Não era quarta-feira. A cinza em qualquer estação é sinal de fragilidade da vida humana, em constante confronto com a morte. 


Comentários

O que você achou deste texto?       Nome:     Mail:    

Comente: 
Informe o código de segurança:          CAPTCHA Image                              

De sua nota para este Texto Perfil do Autor Seguidores: 1Exibido 272 vezesFale com o autor